A capacidade de descodificar sorrisos parece estar pré-programada no cérebro, enquanto ferramenta de sobrevivência. Visto o sorriso ser essencialmente um sinal de submissão, os homens e mulheres primitivos necessitavam de ser capazes de reconhecer se um desconhecido que se aproximava era amigável ou agressivo, e os que não o conseguiam fazer sucumbiam.