Diz-se que um bom orador é aquele que sabe «instintivamente» quando a sua plateia está interessada no que tem para lhe dizer, mas percebe igualmente quando esta já ouviu que chegue. Um bom vendedor pressente quando está a tocar nos «botões certos» do cliente, e a descobrir onde reside o interesse do mesmo. Todas
as pessoas que já fizeram apresentações em público conhecem o sentimento de vazio que resulta de fazer uma apresentação a alguém que quase não diz nada e fica simplesmente sentado a ver. Felizmente, há uma série de gestos Mão-à-Bochecha e Mão-ao-Queixo que podem ser utilizados à guisa de termómetros, para testar se a atitude da pessoa é mais calorosa ou mais fria, e para dizer ao orador como se está a portar.