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Porque deve levar o riso a sério

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A investigação mostra que as pessoas que se riem ou sorriem, mesmo quando não se sentem especialmente felizes, fazem uma parte da «zona feliz» do hemisfério cerebral esquerdo animar-se com atividade elétrica. Um professor de Psicologia e Psiquiatria da Universidade de Wisconsin, Madison, num dos seus numerosos estudos sobre o riso ligou os participantes a máquinas de electroencefalografia, as quais medem a atividade das ondas cerebrais, e mostrou-lhes filmes cómicos. Sempre que os participantes sorriam, as suas zonas felizes acendiam-se intensamente. Provou assim que, quando se produz intencionalmente sorrisos e risos, se faz deslocar a atividade cerebral no sentido da felicidade espontânea.

Um professor de Psicologia na Universidade da Carolina do Norte, descobriu que o humor exerce um impacto positivo na neutralização do stresse. O professor conduziu uma experiência com pessoas que apresentavam sinais precoces de depressão. Dois dos grupos viram vídeos ao longo de um período de três semanas.

O grupo que viu vídeos de comédias apresentou melhorias mais pronunciadas nos seus sintomas do que um grupo de controlo que assistiu a vídeos não humorísticos. Descobriu igualmente que as pessoas com úlceras franzem mais o sobrolho do que as que não padecem daquele mal. Se o leitor der consigo a franzir o sobrolho, treine-se a pôr a mão na testa quando fala, para perder o hábito.