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Rir até às lágrimas

23mai2013---o-senador-e-presidente-do-psdb-aecio-neves-mg-da-uma-gargalhada-durante-sua-participacao-no-programa-do-ratinho-no-sbt-ao-ser-provocado-pelo-apresentador-que-afirmou-que-dilma-1369360762575_1024x768

O riso e o choro estão intimamente ligados, quer de um ponto de vista psicológico, quer de um ponto de vista fisiológico. Pense na última vez que alguém lhe contou uma piada que o fez deitar as mãos à barriga, de riso, e quase perder o controlo de si próprio. Como se sentiu a seguir? Sentiu um formigueiro pelo corpo todo, não foi? O seu cérebro libertou para o seu sistema endorfinas que lhe proporcionaram aquilo que foi em tempos descrito como uma «pedrada natural» e é uma experiência semelhante à que os toxicodependentes experimentam quando se drogam. As pessoas que têm dificuldade em se rir das coisas duras da vida voltam-se frequentemente para as drogas e o álcool para obter a mesma sensação produzida pelo riso, e as endorfinas que este liberta. O álcool alivia as inibições e permite às pessoas rir-se mais, o que liberta endorfinas. E por isso que a maioria das pessoas equilibradas se ri mais quando ingere álcool, ao passo que as pessoas infelizes ficam ainda mais abatidas, ou mesmo violentas.

Um psicólogo descobriu que uma das razões pelas quais somos atraídos por rostos sorridentes e risonhos é o facto de eles poderem na verdade afetar o nosso sistema nervoso autónomo.

Sorrimos quando vemos um rosto sorridente, e isso liberta endorfinas no nosso sistema. Se, pelo contrário, estivermos rodeados por pessoas infelizes e desanimadas, é igualmente provável que espelhemos as suas expressões e nos tornemos taciturnos ou deprimidos.